terça-feira, 23 de setembro de 2008

Pérolas de História: A Enzima e a Perestróika

Durante certo dia em um colégio de Ensino Médio ocorreu uma pérola que não pude deixar de gravar para eternidade em meu blog!!!!
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Ana: O que é a Perestróika, mesmo?

Juliana: É uma enzima produzida pelo fígado.

Ana: O_O'

Juliana: ^^'
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quarta-feira, 20 de agosto de 2008

"Outro dia parei para pensar se oq vivemos é REALMENTE uma democracia... por acaso encontrei esse artigo da revista História Viva e consegui chegar à conclusão que oq vivemos é oq chamo de República Aristocrática apelidada de democracia. A seguir vai o artigo produzido por Edison Nunes, professor do Departamento de Política da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e do Programa de Estudos Pós-Graduados em Ciências Sociais da PUC-SP, para a revista"


ARISTÓTELES NO PLANALTO


O que pensaria o célebre filósofo grego da Antigüidade diante do sistema político do Brasil contemporâneo? Reconheceria nele as idéias igualitárias da democracia ateniense?

Por: Edson Nunes


Não sei se foi por antiga magia ou tecnologia secreta que Aristóteles veio a dar em Brasília. Queria conhecer nossa Constituição, dizendo ser hábito seu empedernido. Encontrei-o por azar; expliquei lhe o básico, alguma bibliografia. E recolhi alguns de seus comentários.


Para ele o nosso sistema político não poderia ser chamado de “democracia” e, de fato, não o é, tecnicamente falando. A palavra designa somente regimes nos quais o povo detém o poder soberano; exercendo-o diretamente em assembléia, sem que tal poder conheça qualquer limite ou contrapeso institucional. Significa literalmente o “poder popular” e sua realização pressupõe a maior igualdade possível de todos perante a lei (isonomia) e quanto ao direito de participar da decisões públicas mediante a fala (isegoria). Tal igualdade fundamental torna impossível a representação política já que esta pressupõe a separação prática e formal entre representantes e representados, entre dirigentes e dirigidos. Assim, qualquer processo de escolha de magistrados, como votação ou concurso de provas e títulos, não é democrática pois toma os indivíduos pelas suas diferenças, ranqueando-os em melhores e piores. Por isso mesmo, a eleição popular de um presidente ou deputado; a de um juiz concursado, configurar-se-iam aristocráticas (de aristói – os melhores). O único método realmente democrático de seleção, quando não se pode decidir diretamente em assembléia, é o sorteio. Só aí não há discriminação de mérito, preservando-se a igualdade.


O governo que aqui se vê é uma mescla de oligarquia e democracia, o tipo mais comum de governo constitucional. Não existe nenhum poder ilimitado que subordine os demais; cada qual com sua autonomia e composição definidas pela Constituição. Compõem aristocracias o Judiciário e o Legislativo, selecionados seus membros entre os melhores do povo. O Executivo, ainda que por tempo limitado, encarna o princípio da realeza. O único componente realmente democrático do sistema encontra-se nas assembléias periódicas que elegem os magistrados (colégios eleitorais). A este governo misto, Aristóteles chamou de “politia” cuja tradução, pelo latim, é “república”.


Contudo, o que mais espantou Aristóteles é o estranho hábito que temos de garantir direitos políticos aos escravos. Calma, prezado leitor: custou-me também entender! É escravo por natureza aquele que não quis ou não pode desenvolver o hábito da escolha prudente, tornando-se assim incapaz de prever. Tal indivíduo necessita da direção de outrem não apenas na política como principalmente no trabalho, estabelecendo um laço de benefício mútuo com seu senhor: este planeja e organiza; aquele provê com sua energia. Note que não é o vínculo jurídico a caracterizar a escravidão, mas sua função: fica evidente que o assalariamento é uma espécie de escravidão por tempo! A questão que mais o perturbou foi a da qualidade da escolha de quem é desabituado dela até na direção de sua vida privada.


Depois de explicar-lhes os mecanismos de seleção de elites de nossa república; das diatribes de nossos sofistas (os marqueteiros); dos movimentos de nossos socialmente poderosos, tudo conspirando para a escolha responsável e melhor, entendeu que eu lhe fazia troça e foi à biblioteca ler nossa história política.

domingo, 10 de agosto de 2008

Por que para os terroristas árabes é tãofácil se suicidar?

"Um email que recebi fantastico"

Todo o mundo se pergunta: - Por que para os terroristas árabes é tãofácil se suicidar?

Aqui estão as 21 possíveis razões:


É proibido:

01º - Sexo antes do casamento;

02º - Tomar bebidas alcoólicas;

03º - Ir a bares;

04º - Ver televisão;

05º - Usar a Internet;

06º - Esportes, estádios, festas com mulheres;

07º - Tocar buzina;

08º - Comer carne de porco;

09º - Música não religiosa;

10º - Ouvir rádio;

11º - Barbear-se;Além disso:

12º - Tem areia por todos os lados e nenhum buggy para se divertir;

13º - Farrapos em lugar de roupas;

14º - Come-se carne de burro cozida sobre bosta de camelo;

15º - As mulheres usam burka e não dá para ver nem a cor dos olhos;

16º - A esposa é escolhida pelos outros e o rosto é visto só naprocriação;

17º - Sexo depois de casado só para procriar e feito no escuro com amulher vestida com o shake;

18º - Reza-se para Alah:

- 06:00 às 09:00-

12:00 às 15:00-

16:00 às 18:00-

21:00 às 00:00


19º - A temperatura básica nos paises árabes é entre 45º e 58º (emalguns lugares até mais altas);

20º - Para economia de água, banho apenas uma vez por mês, nas partesmais sujas (pés).E finalmente;

21º - Ensinam que, quando morrer, vai para o paraíso e terá tudoaquilo com que sonha!


Fala a verdade... Você também não se mataria???... BUDA GUEUBARIU!!!

segunda-feira, 14 de julho de 2008

CURIOSIDADES E QUESTIONAMENTOS SOBRE SEREIAS

Sereias são seres mitologicos, e gostaria de apresentar algumas descobertas e curiosidades interessantes (e inuteis) sobre:



Vc sabia...

> Que sereia não usa calcinha???? *¬*

E SERÁ...

>Que sereia faz cocô? -.-"

OBS: Se o governo que é nosso poder legislaivo, executivo e judiciario, moderador de nossos atos para melhorar nossa sociedade, vivem só pensando em proibir fansubbers/fanfics, guardar o tutu na coeca e viajar pro exterior com cartão corporativo ilimitado, esquecendo nossos problemas e deixando nosso povo neste caos, por que eu tb não posso esquecer assuntos tão irrelevantes, como o bem estar da nação (em tom ironia), para fazer essas perguntas e apresentar essas curiosidades das quais nunca devem ter imaginado!

Apenas estou agindo com a mentalidade do nosso sistema governamental! ^^ E se ver uma Sereia sem calcinha me chame! \*¬*__ __*¬*/

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Tipos de Estados usando vacas

"caçando na net, olha oq a gente acha: XD"
Aki estou a explicar um pouquinho sobre os diversos tipos de Estados, pois se nem o próprio governo entende... imagine o povo...


*Socialismo:* Você tem duas vacas, o governo toma uma e dá para seu vizinho que não tinha nenhuma.


*Comunismo:* Você tem duas vacas, o governo toma as duas, e dá a você um pouco de leite diariamente.


*Fascismo:* Você tem duas vacas, o governo toma as duas e vende a você o leite.


*Nazismo:* Você tem duas vacas, o governo mata você e toma as duas vacas.


*Democracia:* Você tem duas vacas, vende duas para o governo, muda para cidade e consegue um emprego público.


*Anarquismo:* Você tem duas vacas, mata as duas e faz um churrasco.


*Capitalismo Selvagem:* Você tem duas vacas, vende uma, compra um touro e o governo toma os bezerros como imposto de renda na fonte.


*Governo Tucano:* Você não tem vaca nenhuma, o governo vende as deles pro Estados Unidos, e você só compra leite importado de caixinha!


*Governo Petista:* Sua vaca sumiu ninguém sabe, ninguém viu!

domingo, 22 de junho de 2008

"Esta crônica é de autoria do contista e romancista Moacyr Scliar. Eu a achei interessante e resolvi postá-la."

_____20 COISAS QUE APRENDI COMO ESCRITOR!____


APRENDI que escrever é basicamente contar histórias, e que os melhores livros de ficção que li eram aqueles que tinham uma história para contar.

APRENDI que o ato de escrever é uma seqüela do ato de ler. É preciso captar com os olhos as imagens das letras, guardá-las no reservatório que temos em nossa mente e utilizá-las para compor as nossas próprias palavras.

APRENDI que, quando se começa, plagiar não faz mal nenhum. Copiei descaradamente muitos escritores, Monteiro Lobato, Viriato Correa e outros. Não se incomodaram com isto. E copiar me fez muito bem.

APRENDI que, quando se começa a escrever, tinha de escrever. Não adiantava só ficar falando de como é bonito escrever; eu tinha mesmo de enfrentar o trabalho braçal (e glúteo) de sentar e trabalhar.

APRENDI que uma boa idéia pode ocorrer a qualquer momento: conversando com alguém, comendo, caminhando, lendo (e, segundo Agatha Christie, lavando pratos).

APRENDI que uma boa idéia é realmente boa quando não nos abandona, quando nos persegue sem cessar. O grande teste para uma idéia é tentar se livrar dela. Se veio para ficar, se resiste ao sono, ao cansaço, ao cotidiano, é porque merece atenção.

APRENDI que aeroportos e vares são grandes lugares para se escrever. O var, por razões óbvias; o aeroporto, porque nele a vida como que está em suspenso. Nada como uma existência provisória para despertar a inspiração literária.

APRENDI que as costas do talão de cheque é um bom lugar para anotar idéias (é por isso que o escritor tem de ganhar a grana suficiente para abrir uma conta bancária). O guardanapo do restaurante também serve, desde que seja de papel e não de pano.

APRENDI que não dá para usar um gravador como forma de registrar textos. A nossa voz sai de outro compartimento, que nada tem a ver com a palavra escrita.

APRENDI que o computador é um grande avanço no trabalho de escrever, mas tem um único inconveniente: elimina os originais, os riscos, os borrões, e portanto a história do texto, a qual – como toda história – pode nos ensinar muito.

APRENDI que a mancha gráfica representada pelo texto impresso diz muito sobre este mesmo texto. As linhas não podem estar cheias de palavras; o espaço vazio é tão eloqüente quanto o espaço preenchido pela escrita. O texto precisa respirar, e quando respira, fica graficamente bonito. Um texto bonito é um texto bom.

APRENDI a rasgar e jogar fora. Quando um texto não é bom, ele não é bom – ponto. Por causa da autocomiseração (é a nossa vida que está ali!) temos a tentação de preserva-lo, esperando que, de forma misteriosa, melhore por si. Ilusão. É preciso ter a coragem de se desfazer. A cesta de papel é uma grande amiga do escritor.

APRENDI a usar a gaveta. Mesmo os melhores textos, como os melhores vinhos, beneficiam-se de um período de maturação. Precisamos lê-lo com olhar diferente. E nada como o tempo para isto.

APRENDI a não ter pressa de publicar. Já se ouviu falar de muitos escritores batendo, aflitos, à porta dos editores. O que é mais raro, muito mais raro, são os leitores batendo à porta do escritor.

APRENDI a não reler meus livros. Um livro tem existência autônoma, boa ou má. Não precisa do olhar de quem o escreveu para sobreviver.

APRENDI que, como escritor, um livro é como um filho, mas que é preciso diferenciar entre filhos e livros.

APRENDI que terminar um livro se acompanha de uma sensação de vazio, mas que o vazio também faz parte da vida de quem escreve.

APRENDI que há uma diferença entre literatura e vida literária, entre literatura e política literária. Escrever é um vício solitário.

APRENDI a diferenciar entro o verdadeiro crítico e o falso crítico. O falso crítico não está falando do que leu. Está falando dos seus próprios problemas.

APRENDI que, para um escritor, frio na barriga ou pêlos do braço arrepiados são um bom sinal: um livro vem vindo aí.


SCILIAR, Moacyr. In: Blau – Jornal bimestral de literatura, Porto Alegre, n. 5, agosto de 1995.

sábado, 31 de maio de 2008

UMA CRITICA À GLOBALIZAÇÃO

"Por esta postagem vou falar sobre globalização de uma forma mais resumida, apenas projetar uma opinião rapida sobre o assunto! Foi um trabalho feito por mim para minha faculdade de história, na aula de Sociologia."

GLOBALIZAÇÃO
O sistema capitalista foi, desde sua primitividade, o maior demônio criado pelo homem. Esse sistema de modelo de vida é um monstro intocável, um verme gigante e invisível que rói a carne da sociedade enquanto lhe causa um prazer que oculta a dor. Ele oferece benefícios que tornam as pessoas alienadas, como através dos objetos e produtos inúteis que são comprados apenas para “tirar onda”, como é o caso de pessoas que usam roupa de marca e carro do ano. Cria-se uma competição humana de superioridade egocêntrica na busca de ter mais, levando a alienar-se da percepção de que por isso está se tornando menos. Há uma corrida do livre mercado em busca do lucro máximo, o qual a engrenagem é a Lei da Oferta e Procura, sendo que ela interfere até mesmo na questão da qualidade de vida das pessoas. A máquina capitalista pensa friamente: quanto mais vaga, haverá mais trabalhadores, mais trabalhadores haverá aumento do preço dos produtos, isso levará à menor venda, contudo, se houver mais máquinas, haverá menos trabalhadores, assim o gasto com salários será menor, os preços serão menores, a procura será maior e logo o lucro aumentará. Chegando a uma premissa de que é necessário o desemprego de muitos para haver um lucro financeiro de poucos.

Durante a Guerra Fria, principalmente durante o fim da URSS, percebeu-se o poder desse monstro corrupto e tentador. Na União Soviética todos possuíam uma qualidade de vida, carro e não havia mendigos nas ruas, porém a qualidade de vida não era tão confortável quanto nos países capitalistas, até os carros não eram os do ano, em contra partida, nos países capitalistas a qualidade de vida era alta e os carros eram do ano (ainda que estejamos falando de uma minoria, mas era essa minoria que era divulgada), apesar da existência de miséria e mendigos nas calçadas. Assim acabou que a população da extinta União Soviética preferiu que aparecessem mendigos nas ruas do que ficar sem o carro do ano. A perestróica foi a tentação maior que o medo do desemprego.

Visando esse monstro que é o sistema capitalista, não podemos deixar de falar de um de seus membros mais danosos, ainda que alguns não o considerem assim, a globalização. Alguns especialistas no assunto acreditam que a globalização, através do desenvolvimento da ciência e da tecnologia, torna a população mais estável, ordenada, e, como disse o romancista George Orwell, organizada em uma sociedade com excessiva estabilidade e previsibilidade. Todavia, percebesse que apesar da sociedade ter fugido à fortuna dos fatos, sendo manipulada e alienada pelos poderosos, as conseqüências no planeta e na própria cultura das pessoas saíram de controle.

A globalização é uma arma do capitalismo, um exemplo é seu efeito sobre a cultura humana, e isso inclui alimentação, ritos, religião e até organização social. A globalização coloca todas as pessoas do mundo sob uma carga incontrolável de informações (úteis ou não), mostrando, opinando e forjando as mais diversas culturas existentes, além da mídia “levar” para cada canto, um pouco de cada parte. O Japão é um exemplo, durante grande parte de sua história permaneceu-se fechado no Eixo de Japão-Coréia-China, quando, na Era Meiji, em especial, abriu-se ao mundo exterior, foi bombardeado de tal forma que sua cultura por pouco não sucumbiu. Sempre acostumados em suas especiarias de arroz e frutos do mar, hoje Mcdonalds são vistos nas grandes cidades, as quais se parecem cada vez mais com as do ocidente em sua arquitetura e modo de vida, que segue o American’s New Way of Life.

A globalização exporta, impõe e interliga as demais culturas, derruba as barreiras territoriais pelo plano econômico e destrói nacionalismos. Estando diante de tal massacrante individualismo capitalista, competição econômica e social e até sendo mergulhado em uma onda de culturas, cada pessoa tem uma noção espacial do planeta bem menor que possuíam nossos antepassados. Se guerras estouram basta fugir para outro local, o amor a terra em que nasce caiu em conceito, basta ter capital no bolso. Um exemplo é no plano econômico, as empresas transnacionais são o máximo que puderam chegar. As multinacionais pertenciam a um país em especial, possuíam produtos comuns de sua área e tinham sua base em sua nação de origem enquanto ramos seus se espalhavam pelo mundo indo produzir nas nações distantes. Já as transnacionais são globalizadas, apátridas, sua base pode ser em qualquer canto e mudando-se para locais aonde encontrar vantagens fiscais ou de mão-de-obra e matéria prima, com empresas em várias partes do planeta. A conjuntura mundial mudou, e o Japão só resiste até hoje por causa de sua tradição forte e tentativas inteligentes, como exportação de sua cultura tradicional e ensinamento de sua tradição para as novas gerações por animes, mangás e jogos.

Esse encurtamento de fronteiras ainda causa problemas mais graves que vão além da perda de identidade de uma nação. As pessoas mesmas se confrontam com um mundo menos fundamentalista e mais científico, os mitos e crenças são questionadas, a tecnologia e a ciência começam a se tornar novos dogmas que ditam a doutrina de como agir, alimentar e viver. Cada individuo começa a se tornar mais uniformizado através da mídia da moda global e regras de etiqueta ditadas por varias nações consideradas “finas”, logo você segue padrões de roupa e jeitos que impedem que um próprio, espontâneo, lhe aflore, se consegue tal coisa, corre o risco de ser discriminado como excêntrico, mas se não corre esse risco, acaba por si só sentindo uma falta de personalidade, bem estar consigo mesmo, não consegue viver como deseja, alguns acabam cedendo e vivendo amargurados, contudo, na “moda”, outros liberam suas identidades e vivem felizes, mas por vezes excluídos, outros preferem a morte e se suicidam, eis suas três opções no sistema capitalista de globalização. Qual você prefere?

Com os mitos e crenças ao chão, as pessoas correm atrás de seus direitos, homossexuais, mulheres, jovens, filhos... As famílias que foram criadas desde o inicio seguindo ritos e preceitos naturais, quer se reestruturar sem mudar. As mulheres querem sair para trabalhar como seus maridos, as crianças buscam a própria identidade e o individualismo, querendo direitos, mesmo para com os pais, que até pouco tempo eram tidos como “ditadores bondosos”. As mulheres mais livres realizam atos extraconjugais, ferem os maridos e a família a qual muitas vezes acaba por se desintegrar, lembrando que para os homens também ocorre esse fato. A busca de trair ainda é uma conseqüência da consciência capitalista de quantidade é melhor que qualidade, produção em massa em visão de mais lucro.Por último, outro dano da globalização se encontra no momento em que a busca de maior produção em menos tempo, que logicamente consome mais matéria prima para energia, causa danos ao meio ambiente interferindo no ciclo de funcionamento global, como ciclo da água, ciclo do carbono e cadeia alimentar. Essa busca por capital e a diminuição das fronteiras fazem com que haja exploração descontrolada da natureza em nível global. Mesmo a natureza “intocada” hoje, é assim por capricho do homem, e ela permanece vigiada, mesmo que por satélite. Atualmente a natureza vem revidando, mas como parar? Como deixar de comprar o carro do ano? Como parar de produzir? Como estagnar e trocar de cultura tão rapidamente para evitar um colapso global? O ser humano veio globalizando sua degeneração e a do mundo e tudo corre tão rápido que um clique de um mouse na Argentina pode derrubar várias nações na outra parte do globo economicamente, deixando-as na mais pura miséria social. E dessa forma que atacamos com agilidade a natureza, devemos parar e remodelar a sociedade. É contraditório destruir o ciclo natural das coisas em alta velocidade, parar perto do colapso e querer que a natureza espere, vagarosamente, nos acostumarmos com um novo tipo de vida, não acha?

RELACIONANDO A IMPORTÂNCIA POLÍTICA DA CAPITAL COM A TRANSFERÊNCIA PARA BRASILIA E A DECADÊNCIA ECONOMICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

"Esse trabalho foi para a aula de História do Rio de Janeiro. O Texto foi organizado, pensado e produzido por mim, tendo ajuda dos "pareceres" e pesquisas feitas por todo meu grupo: Linete, Ricardo, Renata, Anna Carolina e Leandro (que por sinal fizeram uma ótima apresentação do trabalho). Nesta postagem eu irei dissertar sobre os motivos, histórias e influencias para com a mudança da capital do Rio de Janeiro para Brasília!"
A MUDANÇA DA CAPITAL
O Brasil já possuiu três localidades diferentes para sua capital, a primeira foi em Salvador, em seguida foi o Rio de Janeiro e por fim mudou-se para Brasília no Distrito Federal, aonde permanece até os dias atuais.

Quando a capital realizou sua última mudança houve um repúdio da população. O Rio de Janeiro era como o centro do Brasil, ele era a vitrine da cultura brasileira, mudar a capital para o meio do Brasil não foi tão bem aceito, entretanto, essa intenção de interiorizar a capital é de há muito cogitada. O primeiro a propô-la, fora Marquês de Pombal, em 1761. Em seguida foi Hipólito José da Costa, fundador do Correio Braziliense, primeiro jornal brasileiro, editado em Londres. Em 1813 ele redigiu artigos em defesa da interiorização da capital do país, pois seria mais benéfica estando próxima às vertentes dos caudalosos rios que se dirigem para norte, sul e nordeste, além de citar a questão de segurança nacional, ele dizia que a capital estando no litoral estaria vulnerável a ataques estrangeiros. Esse argumento militar-estratégico influenciou os primeiros republicanos e os militares após a 2º Guerra Mundial. Em 1823 foi a vez de José Bonifácio de Andrada e Silva, Patriarca da Independência, que foi a primeira pessoa a se referir à futura capital do Brasil como “Brasília”.

Desde a primeira constituição republicana, de 1891, constava um dispositivo que previa a mudança da Capital Federal do Rio de Janeiro para o interior do país e neste mesmo ano foi nomeada a Comissão Exploradora do Planalto Central do Brasil, liderada pelo astrônomo Luís Cruls e integrada por médicos, geólogos e botânicos, que fizeram um levantamento sobre a topografia, clima, geologia, flora, fauna e recursos da região do Planalto Central e foi apresentada ao Governo Republicano em 1894.

Em 1922 uma comissão do Governo Federal escolheu uma localidade situada no cerrado goiano para a futura capital, mas o projeto não foi para frente. Contudo, em 4 de abril de 1955 Juscelino Kubitschek, mineiro recém-eleito Presidente da República, prometeu levar adiante a idéia.

“…comprometeu-se a ser o último a entrar no Catete: (…) durante um comício em Jataí, Goiás, ele prometeu construir uma nova capital federal no Planalto Central, em pleno cerrado, e inaugurá-la antes do fim de seu mandato. Além do alcance simbólico – a fundação de um Brasil moderno – Brasília deve facilitar a integração do território nacional, reequilibrar o espaço em beneficio do interior e estimular a economia brasileira.”
(ENDERS, Armelle, História do Rio de Janeiro; 2008, pág.271)

Assim o plano de Juscelino se consolidou em 21 de abril de 1960, com a ajuda especial dos talentos do arquiteto Oscar Niemeyer e de Lucio Costa. Mas apesar de a cidade ter sido construída em tempo recorde, a transferência da infra-estrutura governamental só ocorreu durante os governos militares por Castello Branco. Juscelino até tentou fazer a transferência simbólica da capital do Rio para Brasília fechando os portões do Palácio do Catete, então transformado em Museu da República, às 9 da manha do dia 21 de abril de 1960, ao que a multidão reagiu com aplausos.

A idéia da mudança da capital demorou para se consolidar, pois na mente popular, o Rio que servia de capital há aproximadamente dois séculos e como vitrine aos povos do exterior, não tinha como deixar de sê-lo para uma cidade recém-erguida e pouco habitada em um lugar tão distante. Jânio Quadros e João Goulard (vulgarizado de “Jango”), ainda mantinham parte da administração infra-estrutural do governo no Rio, todavia o golpe militar, ocorrido no Rio de Janeiro, em 1964, retomou e concluiu a organização e transferência total da capital para Brasília.
Em resumo, os motivos para a transferência foram quatro:

- A crença de que a capital estava muito vulnerável por estar no litoral, logo a Segurança Nacional pedia que a capital se mudasse para o Planalto Central aonde a ameaça de invasão seria pouco significativa.

2º - Devido a fatores históricos e econômicos, a população brasileira concentrou-se na faixa litorânea ficando o interior do país pouco povoado e economicamente esquecido. Assim a transferência da capital para o interior forçaria deslocamento de um contingente populacional e a abertura de rodovias, o que levaria a uma maior integração econômica.

3º - JK falava de Brasília como símbolo de um Brasil novo, modernizado. Com Brasília como capital, introduzindo nela o capital estrangeiro e permitindo a entrada em larga escala de multinacionais o Brasil começou a mudar sua face rural para predominantemente urbano-industrial. Como se a capital fosse um exemplo a ser seguido pelas demais cidades brasileiras.

4º - E por fim, a mudança é encarada como um movimento político, pois o Rio de Janeiro possuía uma forte pressão demográfica e o Presidente ficava muito próximo da população, o que seria danoso em manifestos do povo. Ali o governo ficava mais sujeito às pressões populares, mas Brasília era no interior do Brasil e inicialmente quase inabitada.

Os problemas gerados ao Rio de Janeiro com a mudança da capital também devem ser levados em conta. Primeiramente, a intenção de construir uma nova cidade, mobilizou as empresas do Rio a mudar-se para Brasília, aonde mais próximos lucrariam ajudando a erguê-la, muitas abandonaram o Rio, um exemplo bem claro disso é a Avenida Brasil que liga São Paulo ao Rio como uma artéria. No inicio ela tinha fábricas, empresas e comercio pequeno a sua volta, logo empresas começaram a fechar ou a mudar-se, favelas surgiram nos terrenos e fabricas foram abandonadas. A Avenida acabou-se por se tornar extremamente perigosa pela violência urbana.

As principais atividades econômicas de uma capital foram levadas para o Planalto Central e houve a mobilização das empresas. Se não bastasse, o Plano de Metas de Juscelino para com a nova capital (“50 anos em 5”) e o inserir de capital estrangeiro no Brasil pelos militares (como para construir a Ponte Costa e Silva, conhecida também como Rio - Niterói), criaram uma monstruosa inflação que causou instabilidade em nossa economia, levando mais fábricas, não só do Rio de Janeiro, mas em todo o país, à falência e a população ao caos.

Hoje em dia a economia foi recuperada, a inflação reduziu-se satisfatoriamente e Brasília começou a ser mais aceita pela nova geração, todavia, o Rio continua com fábricas falidas, abandonadas e crescente pressão demográfica de favelas.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

OS ESTUDANTES E SUAS IDIOSSINCRASIAS

"Este foi um trabalho realizado por mim e meu grupo (Linete e Ricardo) em sala de aula, durante a matéria de História da Cultura e da Sociedade. A finalidade dos trabalhos eram de relatar sobre como funciona a interação social de certos grupos, assim nosso grupo propos falar sobre nós mesmos, Os Estudantes, o que são e como se tornam. A seguir está postado o trabalho que fora apresentado ontem em sala de aula e aplaudido pelos colegas de sala."
GRUPO SOCIAL
-ESTUDANTES-


Que grupo melhor a ser dissertado, quando se procura escolher um grupo aonde as pessoas se socializam, do que o de estudantes? Esse o qual se encontra em todas as instituições de ensino e reúne membros dos grupos mais diversos, sociabilizando (permitindo que haja interação social) e socializando (forçando uma interação) esses membros que têm suas próprias redes sociais e acabam por vários motivos entrando em estado de socialização. Aqui trataremos não de um grupo de estudantes de uma única faculdade ou escola, em qualquer lugar se encontrará o mesmo sistema de união de estudantes, tanto em cursos de idiomas e escolas quanto em pré-vestibulares e faculdades.

Ø Tópico 1: As “Panelinhas”

A exemplo da sociabilidade provida dentro da instituição de ensino está o famoso sistema de “Panelinhas”, palavra com a denotação de um grupo formado por estudantes em uma escola, normalmente mais restrita a uma turma de mesma série/período, que se exclui dos demais.

A sociedade torna indispensável o ensino, em especial a escola fundamental e média, tanto para que aquela pessoa tenha um conteúdo básico para tanto ingressar em uma vida economicamente ativa de boas condições como para ser criado nela conceitos e meios de entender melhor o mundo, como é o caso e finalidade de ciências humanas. Assim, todo tipo de pessoa vai em busca de construir uma vida melhor no futuro, mesmo que forçadamente pela família e responsáveis.
Punks, rappers, pobres, ricos, rpgistas, góticos, pagodeiros, roqueiros, otakus, neonazistas, amantes de fuscas, de jipes, funkeiros, nerds, bagunceiros, músicos, românticos, brutos, pessoas mais velhas e mais novas, pitty boys e patricinhas… toda uma sorte de pessoas é encontrada no meio acadêmico juntos, são pessoas que mesmo considerando-os não como indivíduos, mas como membros de próprias redes de coletividade são de jeitos, formas, modas, idiossincrasias, crenças, conceitos, idéias, capacidades mais ou menos afloradas e talentos em toda uma divergência que a probabilidade da vida pode oferecer, se reúnem em um pequeno espaço no mundo forjando uma socialização forçada ou indutiva.

Em um espaço pequeno como o escolar, o normal no inicio é a seleção e o estranhamento. Começa uma busca angustiante de defeitos e vantagens sobre cada pessoa, daí virá a próxima etapa aonde cada um procurará se socializar formando seus próprios grupos, meios aonde se reúnem pessoas de jeitos, formas, modas, idiossincrasias, crenças, conceitos, idéias, capacidades e talentos similares, idênticos ou em comum. Em alguns casos esses grupos irão se isolar, por todas suas características não serem solidárias às dos demais grupos, e assim forma-se a “panelinha”; em exceções aonde todos os grupos se unem é quando várias personagens possuem jeitos adaptáveis, o que as fazem movimentar-se pelos grupos, sendo assim, cria uma espécie de ligação em rede entre cada rede coletiva já existente, havendo interação entre os grupos até que seja difícil definir as fronteiras de cada grupo ou simplesmente rompê-las. Essa busca frenética por pessoas que pensam e agem de forma semelhante é forjada pela sociabilidade individual e do ambiente, como que um instinto de sobrevivência, buscando margens de acomodação aonde possua relações amigas para auto-proteção, como parceiros para desabafar, lhe proteger, ser protegido e até para simplesmente não permanecer solitário em tempos vagos.

As instituições de ensino possuem recursos que ajudam na socialização dos alunos, forçando cada um a desenvolver sua sociabilidade com os demais, e algumas chegam a ter métodos que enfraquecem essas “Panelinhas”.

Ø Tópico 2: A Hora do Intervalo/Recreio

As instituições de ensino possuem cada qual um método para desenvolver a criança. A escola é uma etapa fundamental na vida de uma pessoa, ela tem o dever de disciplinar seu comportamento com regras de sentar-se na carteira, organização de caderno e respeito aos funcionários (autoridades de certa forma, logo se vê que a manipulação do governo sobre o coletivo já começando bem cedo), ela ainda forma para um futuro glorioso apartir do conteúdo acadêmico que formará o saber, as ciências humanas (como já citado) formará ideologias e conceitos na criança e a hora do recreio, intervalo ou até da merenda, como quiser chamar, é o momento de não apenas respeito do colégio aos direitos humanos do aluno, mas de deixar um tempo para que elas interajam entre si, lanchando juntas, conversando, discutindo, jogando futebol, cartas de pokémon, etc. e outras coisas que irão revelar sobre como é cada um e aproximará cada vez mais os estudantes, logo o intervalo cria uma socialização natural apartir da habilidade de sociar-se de cada individuo.

Ø Tópico 3: Trabalhos em Grupo

Outro método de socialização empregado nas instituições de ensino, mas com suas exceções, é a de trabalho em grupo. Neste método os alunos entram em contato com aqueles que não lhe atraíram em primeiro momento tendo que depender da personalidade, motivações, crenças, conhecimentos, posições e pensamentos de cada um daquele grupo, em busca de juntos chegarem a uma conclusão que resultará no trabalho desenvolvido. O significado desse “alcançar de ápice”, aonde as idéias entram em comunhão, é que essas idiossincrasias vão sendo filtradas de modo que cada membro encontre um ponto chave que combine as idéias. Se no começo você observava de longe e apartir de pré-conceitos você se aproximava ou não de alguém, agora sua atestação de conceitos se dava empiricamente, vendo de perto o pensamento de cada um, e a dependência individual a cada membro, leva a uma maior aproximação desses estudantes.

As competições são trabalhos em grupo mais fortes. Alguns colégios possuem gincanas em grupo, ou mesmo trabalhos em grupo com colocações e prêmios variados, do pior ao melhor, realizando assim uma motivação a cada integrante do grupo se unir mais ainda ao outro em nome da coletividade em busca do maior e melhor premio. Há então uma impactante idéia de busca de socialização forçada ao máximo em busca de um bem comum a todo esse grupo. Portanto, mesmo que você não goste do outro membro, deverão ser aliados leais se desejam ganhar o prêmio máximo, sendo que o resultado disso pode ser até tornar os dois mais compreensivos um com o outro ou acabarem por se identificarem entre si.

Ø Tópico 4: O Barzinho e as Festas

Tendo tomado uma dose de socialização impulsionada ou forçada, somada com a sociabilidade natural de cada um, a turma deverá, em tese, estar mais unida, mesmo que com “panelinhas” formadas, desse ponto crucial de interações ocorrem os programas de relacionamento, momento o qual a turma irá realizar um programa em coletividade para diversão, e aonde não haverá mais socialização, só a ação da sociabilidade. Em faculdades é comum quando o professor falta uma aula, há tempo vago, após o último dia de aula (normalmente sexta) ou quando o grupo de alunos “mata” aula, que esses estudantes dirijam-se para o bar mais próximo aonde bebem, comemoram, conversam, trocam experiências e idéias, assim há uma interação desse grupo social, e quando não ocorre em bares, ocorre o mesmo em festas, desde as juninas às de formatura.

Resumindo, pode-se dizer que os estudantes formam um grupo de membros com a maior sorte de crenças e jeitos, que deixam a vida e hobbies, de certa forma, de lado para conviverem em um centro acadêmico, para um fim, mas mantendo relações. A própria sala é um antro de seres das mais diversas culturas em prol de um único fim, nem que esse seja “passar de ano”.
Esses grupos formados e abastecidos com cultura, em especial a de ciências humanas, têm a capacidade de unir-se em defesa de crenças e conceitos, que muitas vezes a sociedade elitizada parece ignorar ou esquecer, buscando seus direitos e revolução. Um dos maiores grupos censurados e resistentes durante a ditadura do Brasil imposta apartir de 64 foram de estudantes, uma organização estudantil de nome é a UNE (União Nacional dos Estudantes).

Ø Tópico 5: Trote Escolar, A Polêmica

Por fim, não podemos deixar de tratar sobre um dos assuntos mais polêmicos quando falamos de estudantes e suas interações sociais: o trote acadêmico.
Surgido no país ibérico Portugal, na Universidade de Coimbra, sob o nome de Praxe Acadêmica, ela era uma espécie de ritual de iniciação aplicada pela Polícia Acadêmica, dona de uma jurisdição especial formada por alunos que estavam integrados em uma hierarquia de foro acadêmico definida apartir do maior tempo de permanência na instituição.

“O seu papel era o de zelar pela ordem no campus e fazer cumprir as horas de estudo e recolher obrigatório por alunos e professores, sob pena de prisão, sobrepondo-se. Também tinha a incumbência de evitar a entrada na faculdade dos habitantes da cidade que não fossem estudantes ou professores. Com estas responsabilidades, misturavam-se rituais de iniciação (ou "investidas"), para os novos alunos, recém-chegados - os caloiros ou "novatos" - à universidade, geralmente envolvendo atos de violência.”

(trecho do wikipédia que fala sobre a PRAXE)

Pouco conhecimento havia na época sobre esses acontecimentos, todavia, em 1727, graças à morte de um aluno pela utilização da Praxe, D. João V a proíbe. O Rei mandou que todo e qualquer estudante que por obra ou palavra ofender a outro com o pretexto de novato, ainda que seja levemente, lhe sejam riscados os cursos.

O trote é a forma brasileira de Praxe, e esta manifestação possui uma pesada polêmica sobre, pois é uma das coisas que é tão desejada por uns quanto temida por outros. Atualmente temos sido impactados com noticias e histórias das mais absurdas formas de trotes, tipos que levam as pessoas a cometer os piores crimes.

Há aqueles que consideram o trote como um rito de passagem, algo necessario na vida de cada um assim como o casamento, a formatura, o nascimento, as bodas de prata, etc., alguns destes ainda dizem que o trote seria um método inicial de interação social entre os alunos, mas há controvérsias. Por outro lado há aqueles que o considerem algo mais prejudicial, desnecessário e até fútil. Os trotes são classificados em quatro niveis, beneficentes, leves, moderados e graves, sendo o primeiro, um trote bem contemporaneo criado por algumas instituições, que se baseia apenas em coisas como arrecadar alimentos e roupas para necessitados; os leves são a nivel das brincadeiras de pintar a cara, aulas forjadas por veteranos e submeter-se a vontade dos veteranos; as moderadas são a de pedir dinheiro nos sinais de transito e ingerir saliva do veterano; as graves já são crimese atos condenaveis, como correr nu ou ingerir o vômito congelado em geladeira.

Em si o trote tem uma significancia de humilhação ao calouro, e sem prestar à vontade deles, o chamado “bixo” será excluido e ridicularizado pelo resto do curso. Uns gostam, encaram como experiencia bem vinda, outros temem, e por isso se prejudicam nas escolas e faculdades faltando a aula para tal, outros reagem com violencia.

Será que o trote é mesmo um meio de interação social necessario entre alunos? Será que os veteranos fazem por esse proposito e não apenas por um humor negro de devassidão? O trote não deveria ser restrito apenas àqueles que desejam passar pelo ritual, deixando os demais fora desse problema, evitando, logo, prejuizos na faculdade ou piores, como crimes? Será a faculdade um local a ser temido de tal maneira, sendo ela com finalidade de produzir profissionais e conhecimentos e não rituais de passagem? O que se achar sobre o trote? Dos entrevistados por mim, cerca de 70% repudiam o trote, 2 têm a opinião que ele deveria ser abolido sem chance de resquicios e 30% acham o trote necessario, interessante ou apenas “legal”… O que você acha desse rito de passagem que usa o conceito de metodo de interação social como desculpa para humilhar o próximo?

Ø Apêndice: Algumas Entrevistas

Nesta parte do trabalho eu entrevistei toda sorte de tipos de pensares e jeitos de estudantes e ex-estudantes em relação ao trote, como é uma parte enorme, vou postar apenas a parte da participação especial dos professores da faculdade Veiga de Almeida de Cabo Frio e colunistas do Jornal da mesma cidade, HORA CERTA, aonde, como lecionadores, irão expor seus sentimentos e posições ante ao trote acadêmico, pois é algo que em suas profissões que dificilmente seriam capazes de passar sem precensiarem tais eventos.

--JOSÉ FRANCISCO de MOURA (CHICÃO)
Professor da Universidade Veiga de Almeida, profissional na área há 12 anos e colunista do jornal interativo Hora Certa

SAMANOSUKE diz:
Primeiramente gostaria de saber sua posição quanto ao trote

José Francisco - Chicão - diz:
sou radicalmente contra quando houver qualquer forma de constrangimento
trote tem fortes elementos de comportamento fascista

SAMANOSUKE diz:
hmm... poderia explicitar sobre esse argumento de trote com elementos fascistas?

José Francisco - Chicão - diz:
Oprimir pessoas por elas estarem em estágios iniciais de qualquer atividade é um comportamento fascista travestido de desculpa de integração

SAMANOSUKE diz:
então você teria que opinião exata sobre o conceito de trote como meio de interação positiva?

José Francisco - Chicão - diz:
sim, através de doações de alimentos, festas, homenagens aos novos alunos, etc,, e não de constrangimento de qualquer tipo, como se apoderar de dinheiro contra a vontade do aluno, agressão física, agressão moral, agressão simbólica

SAMANOSUKE diz:
hmm... e seria a favor de uma lei que aprovasse o trote consciente, no qual você ao se matricular você assina um documento dizendo que deseja ou não participar do trote, sendo que se você não aceitar, tem proteção judicial caso seja ameaçado ou sofra de qualquer forma? Tendo inclusive indenização?
e claro, especificando que tipo de trote deseja levar se aceito, leve ou normal
se for tratado de forma diferente e provado por testemunhas, você estaria sob proteção judicial

José Francisco - Chicão - diz:
sim, sou a favor

SAMANOSUKE diz:
e por fim, já presenciou algum trote que lhe revoltasse ou criasse temor?

José Francisco - Chicão - diz:
Vários

SAMANOSUKE diz:
poderia nos contar um caso que marcou?

José Francisco - Chicão - diz:
quando cortaram os cabelos dos alunos na UERJ, quando atiraram tinta em uma pessoa na UVA, quando obrigaram os alunos a andar só de cuecas na UFRJ

SAMANOSUKE diz:
nesse da UFRJ, qual era a punição para as garotas?
a mesma de andar de vestes intimas?

José Francisco - Chicão - diz:
Não

SAMANOSUKE diz:
bom, e o senhor já foi alvo de algum trote?

José Francisco - Chicão - diz:
tentaram, mas ameacei com porrada e não fizeram...rs...
cara, eu tinha cabelo comprido e quiseram cortar

SAMANOSUKE diz:
poderia me relatar o tratamento da turma após essa recusa?

José Francisco - Chicão - diz:
no início com indiferença, mas depois esqueceram

SAMANOSUKE diz:
indiferença de calouros e veteranos?

José Francisco - Chicão - diz:
Só veteranos


--JOÃO GILBERTO
Professor na Universidade Veiga de Almeida, no ramo profissional há cerca de 10 anos e colunista do jornal interativo Hora Certa.

SAMANOSUKE diz:
Qual sua opinião sobre o trote?

João Gilberto:
O trote é um ritual da sociedade. Particularmente, acho uma bobagem e perda de tempo.

SAMANOSUKE diz:
Qual sua opinião sobre o conceito de trote como interação social positiva?

João Gilberto:
Os rituais são sempre modalidades interativas, quanto ao seu caráter positivo ou não, depende de muitas circunstâncias. Mas eu já havia dito que considero uma perda de tempo.

SAMANOSUKE diz:
Você já presenciou alguma aplicação de trote que lhe deixou com revolta, receio ou temor?

João Gilberto:
Já. Foi numa faculdade. Os alunos ficaram receosos, eu conversei com o grupo do trote e consegui que eles se dirigissem a outras salas. Acabou em pancadaria, mas eu e meu grupo continuamos em sala debatendo, inclusive, o assunto.

SAMANOSUKE diz:
hmm... e seria a favor de uma lei que aprovasse o trote consciente, no qual você ao se matricular você assina um documento dizendo que deseja ou não participar do trote, sendo que se você não aceitar, tem proteção judicial caso seja ameaçado ou sofra de qualquer forma? Tendo inclusive indenização?
e claro, especificando que tipo de trote deseja levar se aceito, leve ou normal
se for tratado de forma diferente e provado por testemunhas, você estaria sob proteção judicial

João Gilberto:
Claro que não. Acho que o governo já se mete demais na vida das pessoas...

domingo, 4 de maio de 2008

BUSH & CONDI: AMERICAN NEW WAY OF LIFE

Para mostrar que sei um pokinhu disso e daquilo, vou demonstrar meu inglês com esse texto que encontrei e achei supremo, tanto pela comédia quanto pelas cacofonias da lingua norte-americanas e inteligencia de BUSHa-de-banheiro!




In certain day, at the George W. Bush workroom, Condoleezza Rice opened the door to enter.


GEORGE: Condi! Nice to see you. What's happening?


CONDI: Sir, I have the report here about the new leader of China.


GEORGE: Great. Lay it on me!

CONDI: Hu is the new leader of China.


GEORGE: That's what I want to know!

CONDI:
That's What I'm Telling you


GEORGE: That's what I'm askin you. Who is the new leader of China?

CONDI:
Yes.


GEORGE: I mean the fellow's name

CONDI:
Hu


GEORGE: The guy in China

CONDI:
Hu


GEORGE: The new leader of China.

CONDI:
Hu


GEORGE: THE CHINESE GUY!!!!!

CONDI:
Hu is leading China!


GEORGE: Now whaddya' asking me for?

CONDI:
I'm telling you Hu is leading China


GEORGE: Well, I'm asking you. Who is leading China?

CONDI:
That's the man's name.


GEORGE: that's who name?

CONDI:
Yes.


GEORGE: Will you or will not tell me the name of the new leader of China?

CONDI:
Yes, sir.

GEORGE:
Yassir? Yassir Arafat is in China? I thought he was in the Middle East.

CONDI:
That's correct!


GEORGE: Then who is in China?

CONDI:
yes, sir.

GEORGE: Yassir is in China?

CONDI:
No, sir.


GEORGE: Then who is in China?

CONDI:
Yes, sir.


GEORGE: Yassir?

CONDI:
No, sir.


GEORGE: Look, Condi. I need to know the name of the new leader of China. Get me the Secretary General of U.N. on the phone.

CONDI:
Kofi?


GEORGE: No, thanks.

CONDI:
You want Kofi?


GEORGE: No.

CONDI:
You don't want kofi?


GEORGE: No, but now that you mention it, I coulda usa e glass of milk. And then get me the U.N.

CONDI:
yes, sir.


GEORGE: Not Yassir! The guy at the U.N.

CONDI:
Kofi?


GEORGE: No, milk! Will you please make the call?

CONDI:
And call who?


GEORGE: Hu is the guy at the U.N?

CONDI:
Hu is the guy in China!


GEORGE: Will you stay out of China?!

CONDI:
Yes, sir!


GEORGE: And stay out of the Middle East! Just get me the guy at the U.N.

CONDI:
Kofi?


GEORGE: All right! With cream and two sugars. Now get on the phone!

CONDI (pics up the phone):
Rice is here!


GEORGE: Rice? Good idea. And a couple of egg rolls, too. Maybe we should send some to the guy in China. And the Middle East. Can you get Chinese food in the Middle East?


-------------------CHARACTERS----------------------------

George W. Bush ("Let's kill the World with Nuclear Weapons!")








Condi









Kofi (cofee)











Yassir (yes, sir.)









Ultima Ceia e os verdadeiros banqueteantes

Ultima Ceia e os verdadeiros banqueteantes