quarta-feira, 20 de agosto de 2008

"Outro dia parei para pensar se oq vivemos é REALMENTE uma democracia... por acaso encontrei esse artigo da revista História Viva e consegui chegar à conclusão que oq vivemos é oq chamo de República Aristocrática apelidada de democracia. A seguir vai o artigo produzido por Edison Nunes, professor do Departamento de Política da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e do Programa de Estudos Pós-Graduados em Ciências Sociais da PUC-SP, para a revista"


ARISTÓTELES NO PLANALTO


O que pensaria o célebre filósofo grego da Antigüidade diante do sistema político do Brasil contemporâneo? Reconheceria nele as idéias igualitárias da democracia ateniense?

Por: Edson Nunes


Não sei se foi por antiga magia ou tecnologia secreta que Aristóteles veio a dar em Brasília. Queria conhecer nossa Constituição, dizendo ser hábito seu empedernido. Encontrei-o por azar; expliquei lhe o básico, alguma bibliografia. E recolhi alguns de seus comentários.


Para ele o nosso sistema político não poderia ser chamado de “democracia” e, de fato, não o é, tecnicamente falando. A palavra designa somente regimes nos quais o povo detém o poder soberano; exercendo-o diretamente em assembléia, sem que tal poder conheça qualquer limite ou contrapeso institucional. Significa literalmente o “poder popular” e sua realização pressupõe a maior igualdade possível de todos perante a lei (isonomia) e quanto ao direito de participar da decisões públicas mediante a fala (isegoria). Tal igualdade fundamental torna impossível a representação política já que esta pressupõe a separação prática e formal entre representantes e representados, entre dirigentes e dirigidos. Assim, qualquer processo de escolha de magistrados, como votação ou concurso de provas e títulos, não é democrática pois toma os indivíduos pelas suas diferenças, ranqueando-os em melhores e piores. Por isso mesmo, a eleição popular de um presidente ou deputado; a de um juiz concursado, configurar-se-iam aristocráticas (de aristói – os melhores). O único método realmente democrático de seleção, quando não se pode decidir diretamente em assembléia, é o sorteio. Só aí não há discriminação de mérito, preservando-se a igualdade.


O governo que aqui se vê é uma mescla de oligarquia e democracia, o tipo mais comum de governo constitucional. Não existe nenhum poder ilimitado que subordine os demais; cada qual com sua autonomia e composição definidas pela Constituição. Compõem aristocracias o Judiciário e o Legislativo, selecionados seus membros entre os melhores do povo. O Executivo, ainda que por tempo limitado, encarna o princípio da realeza. O único componente realmente democrático do sistema encontra-se nas assembléias periódicas que elegem os magistrados (colégios eleitorais). A este governo misto, Aristóteles chamou de “politia” cuja tradução, pelo latim, é “república”.


Contudo, o que mais espantou Aristóteles é o estranho hábito que temos de garantir direitos políticos aos escravos. Calma, prezado leitor: custou-me também entender! É escravo por natureza aquele que não quis ou não pode desenvolver o hábito da escolha prudente, tornando-se assim incapaz de prever. Tal indivíduo necessita da direção de outrem não apenas na política como principalmente no trabalho, estabelecendo um laço de benefício mútuo com seu senhor: este planeja e organiza; aquele provê com sua energia. Note que não é o vínculo jurídico a caracterizar a escravidão, mas sua função: fica evidente que o assalariamento é uma espécie de escravidão por tempo! A questão que mais o perturbou foi a da qualidade da escolha de quem é desabituado dela até na direção de sua vida privada.


Depois de explicar-lhes os mecanismos de seleção de elites de nossa república; das diatribes de nossos sofistas (os marqueteiros); dos movimentos de nossos socialmente poderosos, tudo conspirando para a escolha responsável e melhor, entendeu que eu lhe fazia troça e foi à biblioteca ler nossa história política.

domingo, 10 de agosto de 2008

Por que para os terroristas árabes é tãofácil se suicidar?

"Um email que recebi fantastico"

Todo o mundo se pergunta: - Por que para os terroristas árabes é tãofácil se suicidar?

Aqui estão as 21 possíveis razões:


É proibido:

01º - Sexo antes do casamento;

02º - Tomar bebidas alcoólicas;

03º - Ir a bares;

04º - Ver televisão;

05º - Usar a Internet;

06º - Esportes, estádios, festas com mulheres;

07º - Tocar buzina;

08º - Comer carne de porco;

09º - Música não religiosa;

10º - Ouvir rádio;

11º - Barbear-se;Além disso:

12º - Tem areia por todos os lados e nenhum buggy para se divertir;

13º - Farrapos em lugar de roupas;

14º - Come-se carne de burro cozida sobre bosta de camelo;

15º - As mulheres usam burka e não dá para ver nem a cor dos olhos;

16º - A esposa é escolhida pelos outros e o rosto é visto só naprocriação;

17º - Sexo depois de casado só para procriar e feito no escuro com amulher vestida com o shake;

18º - Reza-se para Alah:

- 06:00 às 09:00-

12:00 às 15:00-

16:00 às 18:00-

21:00 às 00:00


19º - A temperatura básica nos paises árabes é entre 45º e 58º (emalguns lugares até mais altas);

20º - Para economia de água, banho apenas uma vez por mês, nas partesmais sujas (pés).E finalmente;

21º - Ensinam que, quando morrer, vai para o paraíso e terá tudoaquilo com que sonha!


Fala a verdade... Você também não se mataria???... BUDA GUEUBARIU!!!

Ultima Ceia e os verdadeiros banqueteantes

Ultima Ceia e os verdadeiros banqueteantes